Nossa História

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PROVÍNCIA – HISTÓRIA

 

A epopeia rumo ao coração do Brasil partiu da Igreja de São Francisco, em Nova Iorque, no dia 12 de setembro de 1943. Era um domingo à noite, quando 14 frades, autênticos bandeirantes da fé, migraram para o Brasil, com o intuito de escrever um novo capítulo da história da Província do Santíssimo Nome de Jesus e da igreja na América Latina.

A vinda desses religiosos ao Brasil se deu em um período de conflitos armados que assolaram a década, como ataque terrorista realizado pelo Japão, que matou milhares de pessoas em Pearl Harbor e, em retaliação, os estadunidenses explodiram bombas atômicas nas cidades de Hiroshima e Nagasaki. Ainda nesta época teve início a Guerra Fria, onde aumentaram as tensões diplomáticas entre os Estados Unidos e a União Soviética. Tais conjunturas políticas e econômicas não foram empecilhos para os frades, que mesmo diante da viagem dificultada pelos contratempos da guerra, os desafios de adaptação à cultura tropical e a diferença entre os idiomas, não temeram a nova experiência de propagar a palavra de Deus em solo goiano.Foi o então Arcebispo de Goiás, Dom Emanuel Gomes de Oliveira, quem viabilizou a vinda dos missionários da Ordem Franciscana para Goiás. Como o oceano Atlântico estava completamente ocupado, eles vieram pelo Pacífico, contornaram a América do Sul, e foram para São Paulo. Em seguida, migraram para Anápolis, Catalão, Pirenópolis e Goiandira. Em toda a década de 40, os franciscanos construíram conventos e igrejas, e junto a elas edificaram escolas, para unir a educação ao ensino religioso.

Na década de 50, a Ordem convidou algumas congregações religiosas femininas, entre elas as irmãs Franciscanas de Allegany. Elas aceitaram o desafio e vieram para Goiás com a missão de cooperar na implantação da igreja e na pregação do Evangelho no Centro-Oeste. Ainda nesta época os fiéis, incentivaram o surgimento de movimentos leigos, para ajudar nas atividades da igreja. Em 1959, a Ordem foi fundada em Brasília, juntamente com a Paróquia Santo Antônio, uma das primeiras igrejas da capital Federal. No ano seguinte, na década de 60, a missão migrou para o Tocantins. Em 1970 já somavam 14 paróquias e teve início a promoção vocacional para formar frades goianos.

Segundo o documento intitulado “Escrita sobre Padres Franciscanos”, escrito à mão por Frei Cormac, em janeiro de 1967, as missões dos padres americanos tinham como objetivos a romanização do catolicismo dentro do Estado de Goiás, local em que o “catolicismo popular” era bastante enraizado devido a uma carência de padres e igrejas. Foi devido a essa carência de padres que levou o Frei Matheus Hoepers, O.F.M, a enviar uma carta para a cidade de Nova York, destinada a Frei Mathias Faust, OFM, delegado geral da Ordem dos Frades Menores pedindo o envio de Missões para trabalhar em Goiás.

EPOPEIA – Frei Fernando Inácio Peixoto de Castro, que por três mandatos foi Ministro Provincial, é um profundo conhecedor da história da Igreja Católica, principalmente no que se refere à chegada de religiosos em Goiás, que se deu no século XVIII. “Os navios chegavam por meio do rio Tocantins, navegavam desde Belém até o nosso Estado. Por ali entravam as grandes Congregações e iniciavam suas Missões”, explica.Ele destaca que os primeiros bispos não residiam em Goiás e sim no Rio de Janeiro. Outro fato relatado por ele é de que foi Dom Emanuel Gomes quem transferiu a Diocese da Cidade de Goiás para a capital Goiânia, ocasião em que se tornou Arquidiocese. Nesta época, segundo ele, os frades já estiveram no Estado, já conheciam os desafios da região.

Os Franciscanos alemães, os mesmos que fundaram em 1901 a Província do Santíssimo Nome de Jesus em Nova Iorque, chegaram em Cuiabá na década de 30. “Eles fizeram um trabalho fantástico. Fundaram uma entidade Franciscana, que chamava Comissaria”, detalha.Para fortalecer e consolidar o catolicismo no Estado, como enfatiza Frei Fernando Castro, o arcebispo Dom Emanuel solicitou o encaminhamento de missionários. No dia 14 de julho de 1943 foi assinado o decreto de fundação da nova fraternidade, que seria instalada em Goiás. “A partir deste momento, o grupo de pioneiros começou a ser definido. Eram ao todo 14 pessoas, sendo oito padres e seis irmãos leigos”, explica. Frei Fernando Castro narra que os americanos chegaram em São Paulo, depois conheceram as “belezas do Rio de Janeiro”, ocasião em que fizeram curso de português e se “familiarizaram com o clima”, para em seguida partir para o Centro-Oeste brasileiro. A viagem para Goiás foi feita de trem. E Anápolis como era o final da ferrovia foi o último lugar em que os missionários chegaram.

A primeira cidade então foi Catalão, em que no final de 1943 os frades fundaram o Convento, em seguida Pires do Rio. Sendo assim, a década de 40 se caracterizou pela instalação dos missionários no novo Estado. Os frades foram também para Pirenópolis e Goiandira. Nessa época, explica Frei Fernando Castro, foram iniciadas as construções de conventos e paróquias, e junto a elas as escolas. Paralelamente os franciscanos auxiliavam a comunidade local nos trabalhos relacionados à saúde e iniciaram seus trabalhos filantrópicos.

IDEALIZADORES – Não tem como falar da história da Província do Santíssimo Nome de Jesus do Brasil sem destacar quatro homens que foram fundamentais para a vinda dos frades: Dom Emanuel Gomes, Frei Matheus Hoepers, OFM, Frei Mathias Faust, OFM, e Frei Paulo Seibert. O primeiro era o então arcebispo de Goiás, o segundo Ministro Provincial da Província da Imaculada Conceição do Brasil, em São Paulo, o terceiro o delegado geral da Ordem dos Frades Menores, em Nova Iorque e o quarto foi o primeiro Superior do Comissariado, em 1943.

Em decorrência da falta de padres no território goiano, o arcebispo Dom Emanuel Gomes entrou em contato com Frei Matheus Hoepers, que imediatamente atendeu à solicitação e encaminhou uma carta ao delegado geral, Frei Mathias Faust, apresentando o pedido. Segundo os registros históricos, a carta de Frei Hoepers foi enviada em 1943 e no mesmo ano chegou a primeira missão em Goiás.
A primeira visita do superior Paulo Seibert a Anápolis contou com o apoio de outro frade que é necessário ser destacado, Frei Cipriano Bassler. O então provincial do Comissariado do Mato Grosso, foi quem encontrou com o ‘pioneiro’ em São Paulo e por ter sido pároco de Pirenópolis e conhecer a região, se ofereceu para acompanhá-lo até o Estado de Goiás.

Ao chegar em Nova Bonfim, Frei Paulo Seibert conheceu Dom Emanuel Gomes e partiram para Anápolis. De acordo com os relatos, a viagem durou apenas dois dias. Durante o percurso o arcebispo de Goiás, Dom Emanuel Gomes, relatou ao franciscano as belezas e os desafios do Estado. Ele informou também que originariamente as quatro paróquias destinadas aos frades seriam: Anápolis, Corumbá de Goiás, Jaraguá e Pirenópolis.Ao chegar em Anápolis Frei Paulo Seibert conheceu de perto a ‘realidade local’. Tanto é que ao retornar a São Paulo falou claramente aos demais frades que os desafios e sacrifícios eram inúmeros. No entanto, nenhum dos ‘bandeirantes da fé’ desistiram da missão.

No dia 20 de janeiro de 1944 o Comissário e seus dois conselheiros fizeram a primeira reunião oficial do Comissariado. Eles escolheram Anápolis como sede da então Comissaria e os frades foram escalados para as quatro paróquias. E decidiram partir imediatamente.Sem saber dessa decisão, segundo os registros arquivados na sede da Província, Frei Mathias Faust escreveu a Frei Mateus Hopers no dia sete de fevereiro: “Espero que eles não cometam o erro de partir logo para Goiás. Eu aconselharia, com grande insistência, que eles ficassem até estarem completamente capacitados a se defenderem, permitindo, porém, a um ou outro ir para Goiás e preparar resistência para os outros”. Naquela altura os frades já estavam em Goiás.

Após a instalação os frades conheceram de perto a “pobreza ultrafranciscana” a qual Dom Emanuel se referia em suas cartas. Aos poucos eles foram se adaptando e ‘realizando os sonhos’ do arcebispo. Ainda segundo os registros, na maioria dos lugares em que os frades assumiram trabalho pastoral fundaram escolas paroquiais sob a direção das Irmãs Franciscanas de Allegany e os colégios a cargo dos Frades.

Trechos da carta enviada por Frei Paulo Seibert a madre Jean Marie, demonstra a expectativa dos Frades quanto ao apoio das irmãs. “O que no início parecia indispensável, agora é uma necessidade absoluta. Creio não exagerar em dizer que precisamos de irmãs com a mesma urgência que de padres”. E continuava: “Não há a mínima dúvida de que o Comissário será uma fundação permanente, onde homens e mulheres zelosos poderão trabalhar por Deus e pelas almas, num campo de premente necessidade, onde os trabalhos hão de produzir à razão do cem por um, ou melhor, dez mil por um!”

Sob a direção de Frei Paulo Seibert, com a generosa contribuição da Província com recursos humanos e financeiros, o primeiro decênio notabilizou-se por um grande crescimento em números de religiosos, construções de escolas, conventos e igrejas. Estavam lançadas as bases para uma nova fase que se avizinhava.

INSTALAÇÃO – A comunidade pirenopolitana, que era composta pelos religiosos Felipe, André, Anselmo e João Vianney, saiu de São Paulo, no dia 24 de janeiro. Vieram pela estrada de ferro até Anápolis e em seguida foram de carro alugado até Pirenópolis. Quem os recebeu foi Frei Saturnino Benzing, membro do Comissariado do Mato Grosso, que havia sido companheiro de Frei Cipriano por quase dois anos naquela Paróquia.

Tomando a mesma rota que o primeiro grupo, no dia seguinte, 25 de janeiro, saiu a segunda leva, aquela que se destinava a Paróquia de Sant’Ana, em Anápolis. Quando o trem chegou em Nova Bonfim (hoje Silvânia), onde residia Dom Emanuel Gomes, ele encaminhou a estação dois sacerdotes para recepcioná-los: Cônego João Olímpio Pitaluga, vigário da Paróquia do Bom Jesus, em Anápolis, e o Cônego José Trindade, diretor do Ginásio Arquidiocesano.

Chegando em Anápolis, a tarde, os freis Jaime Schuck, Conall O’Leary e irmão Damião Carney, foram recebidos pelo padre Antônio Wasik, salesiano polonês, professor do Colégio Dom Bosco de Goiânia, que estava cuidando, por algumas semanas, da Paróquia por motivo de férias escolares. Eles alojaram na casa desocupada pelo primeiro grupo que, naquela mesma manhã partira para Pirenópolis. Esta casa, que por quase três anos haveria de ser a sede do novo Comissariado, é hoje o Museu Histórico de Anápolis. É a casa em que morou e faleceu em 1910, o coronel José da Silva Batista. Os frades alugaram-na por “600 contos de réis” mensais. Comparada com a grande maioria das residências daquela época podia ser considerada confortável. Mas, nos temporais da época os frades sofriam com as ‘goteiras’.

Anápolis de então não passava de uma cidade pequena, ainda sem aspecto da sua futura urbanização. A população oscilava entre seis e dez mil habitantes. Nenhuma rua estava asfaltada, embora algumas do centro foram pavimentadas com paralelepípedos. Por uma caminhada de ruas que não possuíam calçadas, os frades gastavam quinze minutos da residência até a Paróquia de Sant’Ana.
A escritora Haydée Jayme, no livro ‘Anápolis, Sua Vida, seu Povo’ ao falar sobre os ‘Franciscanos em Anápolis’ relata que logo que assumiram a direção da igreja, começaram o planejamento para a construção da nova matriz. Para isso, deram mais ênfase à festa de Sant’Ana, organizando quermesses, para arrecadar o dinheiro. Em outubro de 1947, embora a velha igreja ainda estivesse de pé, estava concluída a cripta da nova Matriz de Sant’Ana.

EDIFICAÇÃO DA IGREJA – O Comissário e os frades que trabalhavam em Goiás, de comum acordo com o Provincial resolveram que a construção das igrejas paroquiais seria levada à frente só com a ajuda financeira do povo. Pretendia-se evitar, assim, aquele paternalismo que enfraquecia o senso de responsabilidade própria da parte dos fiéis. As casas para os religiosos, porém, como também os conventos para as irmãs e os prédios escolares, as capelas rurais e obras de assistência social, seriam custeadas ou por donativos de particulares ou por verbas enviadas pela ‘União Missionária Franciscana de Nova Iorque’. De acordo com registros históricos “nunca se elogiará suficientemente a generosa colaboração prestada pela União Missionária. As vultosas somas destinadas, durante os anos para tal fim, acrescentadas às importâncias gastas com as viagens, com a formação dos membros do Comissariado e seu sustento, constituem uma prova de cooperação fraterna entre a Igreja mais bem situada dos Estados Unidos e a carente do Brasil”.

Educação – A Escola Paroquial de Sant’Ana foi oficialmente inaugurada, no dia 18 de fevereiro de 1946. Seu primeiro corpo docente compunha-se de: Frei Celso, Frei Conall, Ester Campos Amaral, Tarcila Faria de Góis, Maria Salomé Ramos e Diva Asmar. A segunda ala do prédio do Ginásio, ainda em construção na data, havia sido modificada de tal maneira que no pavimento inferior foram construídas quatro salas de aula, ficando reservado o superior para o dormitório e futuro internato do Ginásio. Seis professoras, todas formadas pelas irmãs Salesianas, na Escola Normal Auxilium, foram contratadas para lecionar sob direção de Ester Campos. Nesse primeiro ano de funcionamento, matricularam-se 280 alunos, sendo recusados muitos outros por falta de espaço.Com a chegada de mais religiosas dos Estados Unidos, as irmãs franciscanas estavam em condições de abrir seu segundo convento goiano em Anápolis, para o ano letivo de 1948, sendo a comunidade composta de três irmãs. Não era para cuidarem de uma escola e sim de duas. Dentro da Paróquia de Sant’Ana, já estava sendo construída, e quase em vias de conclusão, a Escola Paroquial de Santo Antônio, ligada a capela filial, mas localizada na Avenida Tiradentes.

Convento– A construção do convento para os frades foi iniciada no dia 12 de agosto de 1945. Destinado a servir de sede ao Comissariado, além de residência dos frades associados à Paróquia e ao Ginásio. Em pouco mais de um ano, no dia 17 de outubro de 1946, ele foi inaugurado.Na década de 50 se pensou em transferir o Comissariado para um lugar espaçoso. Assim em 1955, o convento de São Francisco tornou-se o Comissariado do Santíssimo Nome, em Goiás. Hoje a sede da Província do SS Nome de Jesus.

FILANTROPIA – Sentindo de perto a necessidade de oferecer serviços médicos para indigentes no ano de 1954, Frei Bernardo, com ajuda de leigas assumiu a responsabilidade por uma clínica infantil, que funcionava também com o apoio da Legião Brasileira de Assistência.

Por outra entidade leiga com nome de Fasa (Fundação de Assistência Social de Anápolis) foi projetada a Santa Casa de Misericórdia. As irmãs foram convidadas a administrar o hospital. Foi ali o início da obra hospitalar das irmãs de Allegany, em Goiás. Dom Fernando, no dia 31 de maio de 1961, benzeu o primeiro pavilhão do hospital, então batizado com o nome de Menino Jesus. Sua administração era primada pela ordem, higiene e pelo padrão profissional de atendimento. Um segundo pavilhão foi inaugurado pelo bispo de Anápolis, Dom Epaminondas José de Araújo no dia 26 de fevereiro de 1968, levando o nome de Hospital Infantil Frei André.

Embora assistida pelos padres capuchinhos, a Fraternidade fundada entre os hansenianos de Anápolis está ligada à história da Custódia, pela presença das irmãs Franciscanas de Allegany, que moravam na Vila São Francisco junto com os portadores da doença. A partir de 1966, as irmãs visitavam os doentes, procurando ajudá-los de forma espiritual e materialmente. Na sua pobreza e no seu sofrimento, santamente aceito, os membros da Fraternidade, chamada de Ordem Terceira, descobrem o segredo da alegria e união com Deus, pelo espírito de São Francisco de Assis. Era uma demonstração de amor ao próximo e de gratidão.

CONSOLIDAÇÃO – Entre os anos 50 e 60, antes do Concilio Vaticano II, os frades em Anápolis expandiram sua ação pastoral, se responsabilizaram e cooperaram com a Paróquia do Senhor Bom Jesus, se estenderam para o noroeste da cidade e fundando a Paróquia Santo Antônio com sua Escola, indo até a Jaiara com a construção da Capela que seria depois a Paróquia Nossa Senhora de Fátima, quando entregue para a nova Diocese de Anápolis, recém fundada na década de 60, se estenderam para o Maracananzinho e a Vila Santa Izabel. Em todo o vasto bairro Jundiaí começaram a se reunir comunidades eclesiais em torno dos frades, que trabalhavam no Colégio São Francisco, o que deu início a futura Paróquia São Francisco de Assis, instalada em 1975. No dia 1º de abril de 1956 os franciscanos iniciaram o apostolado radiofônico, irradiando a missa dominical e meia hora de catequese para os fiéis distantes da cidade, mediante convênio com a então Rádio Carajá. Em 1961 compraram a Rádio Sant’Ana para expandir a comunicação católica.

Também neste ano fundou-se o Seminário Regina Minorum, que inicialmente funcionava no Colégio São Francisco, e para o qual foi doado pela Prefeitura de Anápolis um terreno na cabeceira do Córrego Fundo ao sul da cidade. De 1969 a 1986, o Seminário ficou à disposição dos Movimentos Eclesiais Pós Conciliares, como o TLC e o Cursilho. Em seguida, voltou a ser local para a formação de frades.

DE COMISSÁRIADO À PROVÍNCIA – Com as Constituições Gerais da OFM promulgadas em 1967, o Comissariado passou a se chamar Custódia. Já em 1970 se previa um decréscimo do número de frades pela simples constatação da idade avançada dos mesmos. O engajamento na formação e outras atividades pastorais absorviam mais Frades. Inclusive, todos os colégios passaram para a direção de religiosas. Nesta época foram intensificados os trabalhos para formação de cada vez mais frades goianos. O primeiro noviço foi recebido em 1947, o segundo em 1953 e o terceiro em 1956. Com a fundação do Seminário Regina Minorum as admissões se tornaram mais regulares.

Em 2004, a Vice-Província se tornou Província do SS Nome de Jesus no Brasil. Atualmente ela conta com 40 frades professos perpétuos, nove professos temporários, três noviços, 10 postulantes e quatro aspirantes. A atuação dos frades se estende em 10 guardianatos: oito paróquias, seis escolas; três emissoras de rádio, três projetos sociais educativos para crianças e adolescentes. Nas escolas, os frades atuam como agentes de pastoral, ficando a administração a cargo de leigos ou religiosas.

Segundo o Ministro Provincial, Frei Wanderley Carvalho do Couto, a Província tem uma casa de acolhida de vocacionados, uma de Postulantado, o Noviciado interprovincial (juntamente com a Custódia do Sagrado Coração e das Sete Alegrias de Nossa Senhora) e uma casa de Pós-noviciado.
Hoje em dia, os agentes de pastoral estrangeiros que vêm atuar no Brasil costumam fazer curso no CENFI em Brasília, introduzido pelo Comissariado do SS. Nome de Jesus em 1960. Esse curso funcionou dois anos em Anápolis e depois foi transferido para Petrópolis. Frei João Batista Vogel esteve na sua direção desde o início até fins de 1964. Hoje é ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.